TIPOS DE ÓLEOS LUBRIFICANTES

O óleo lubrificante pode ser formulado somente com óleos bácos ( óleo mineral puro) ou agregados e aditivos. Inicialmente a lubrificação era feita com óleo mineral puro até a descoberta do aditivo.

Esta palavra às vezes é confundida pelo usuário. Quando se fala em aditivo o consumidor associa-o tão somente com os produtos comercializados em postos de serviço, e utilizados diretamente nos combustíveis (álcool, gasolina e diesel).

O aditivo que vamos citar aqui é utilizado na formulação do óleo lubrificante. O tratamento percentual recomendado pelos supridores de aditivos pode variar em média de 0,25 a 28% em volume. O óleo báco, por ser um dos principais componentes do lubrificante, apresenta elevado índice de influência na performance do mesmo. As características do óleo báco utilizado no lubrificante são provenientes, entre outros, de dois importantes fatores:

- ESCOLHA DO CRU

- PROCESSO DE REFINAÇÂO

Podemos agrupar as características do óleo cru através dos tipos ( estruturas) e propriedades. Asm sendo encontramos os tipos saturados com cadeias lineares, ramificadas, cíclicas e os aromáticas. Os óleos bácos do tipo saturado com cadeias lineares ou ramificadas são denominados PARAFÌNICOS.

Os de cadeias cíclicas são chamados NAFTÊNICOS.

Os parafínicos predominam na formulação dos óleos lubrificantes devido a sua maior estabilidade a oxidação,já os naftênicos, são mais aplicados em condições de baixa temperatura. Os óleos bácos naftênicos, além de possuir uma menor faixa de uso, se comparado com os parafínicos, vem apresentando ultimamente pequena e decrescente disponibilidade no mercado, devido a escassez no mundo, das fontes de origem ( tipo de cru). O óleo ntético começou a ser usado na compoção de lubrificantes, em aplicações nobres e específicas que exijam do lubrificante características especiais.

Entre as propriedades dos óleos bácos destacam-se o índice de viscodade e o ponto de fluidez. Existem também os heteroatômicos, cuja cadeia, além de apresentar o carbono e hidrogênio, apresentam outros tipos de átomos como o enxofre, nitrogênio são indesejáveis na compoção dos óleos, ao contrário dos componentes de enxofre, que são benefícios por proporcionar restência a oxidação.

Para obtenção do óleo báco, o cru sofre uma série de tratamentos entre os quais destacam-se a destilação atmosférica, destilação a vácuo, extração por solvente, desparafinização e hidroacabamento.

A destilação atmosférica e a vácuo constam dos processos de separação. A destilação atmosférica remove as frações leves e a destilação a vácuo separa as frações pesadas.

A capacidade de oxidação e formação de depótos de um óleo lubrificante estão relacionados com a compoção do óleo báco.

As propriedades dos óleos bácos podem ser melhoradas através da aplicação de aditivos.

Estes produtos são químicos produzidos para proporcionar e/ou reforçar no óleo báco características fícoquímicas desejáveis e eliminar e/ou diminuir os efeitos de algumas características indesejáveis a lubrificação.
A adição de aditivos aos óleos bácos deve-se ao avanço tecnológico dos equipamentos que passaram a requerer uma evolução também na lubrificação . O óleo mineral puro tornou-se insuficiente para lubrificar máquinas mais sofisticadas.

Os aditivos proporcionaram aos lubrificantes características, tais como:

- Dispersância
- Detergência Inibidora
- Antidesgaste
- Antioxidante
- Anticorrova
- Antiespumante
- Modificar a Viscodade
- Emulonar
- Abaixar o Ponto de Fluidez
- Adevidade
- Pasvadores
- Outros

Os aditivos que proporcionam as características mencionadas acima, dependendo da necesdade, podem ser aplicados individualmente ou em conjunto ao óleo báco.

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